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sábado, 9 de janeiro de 2010

Parabéns, Belém!


Belém está de aniversário. São 394 anos de história. Aliás, você conhece a história de Belém, capital do estado do Pará?

Vejamos a história contada no site http://belemdopara.tur.br/content/view/17/80/

História de Belém do Pará


A região onde Belém se localiza era ocupada pelos índios Tupinambás.

O estabelecimento do núcleo da cidade remonta à conquista da foz do Rio Amazonas, fundamental para a defesa da Amazônia por parte de Portugal. No ponto estratégico escolhido para se estabelecer a defesa do território foi fundado, em 12 de janeiro de 1616, o Forte do Castelo do Senhor Santo Cristo do Presépio de Belém, hoje, conhecido como Forte do Castelo.

O povoado que se formou ao redor do forte foi denominado, inicialmente, de Feliz Lusitânia. Depois, chamou-se Santa Maria do Grão Pará, Santa Maria de Belém do Grão Pará e, finalmente, Belém do Pará.

No início do século XVIII, a corte portuguesa embarcava em direção ao Brasil, numa viagem que mudaria completamente o rumo da nossa história. A família real foi parar no Rio de Janeiro, embora Belém tenha se preparado para recebê-la.

Entre 1835 e 1840, a cidade explodiu em sangrento movimento popular independentista: a Cabanagem. Desde a emancipação política do Brasil, em 1822, o Grão-Pará vivia um clima tenso. Distante das decisões do sul do país e fortemente ligada a Portugal, Belém somente reconheceu a Independência do Brasil em 15 de agosto de 1823, quase um ano após a sua proclamação.

A independência não provocara mudanças na estrutura econômica nem modificara as más condições em que vivia a maior parte da população: índios, negros e mestiços.

Em janeiro de 1835, os cabanos dominaram Belém e executaram o governador, Lobo de Sousa, e outras autoridades. O primeiro governador cabano foi o fazendeiro Félix Antonio Malcher, que, fiel ao imperador, foi, também, executado e substituído por Francisco Vinagre. O Governo Regencial retomou Belém. Eduardo Angelim assumiu a liderança dos cabanos, mas a guerra já estava perdida.

Apesar do reconhecimento, por parte do Pará, da independência do Brasil, Portugal continuou mandando no estado. Navios de madeira de lei partiam rotineiramente com destino a Lisboa. Somente na década de 1970, com a construção da Rodovia Belém-Brasília, isso acabou.

No chamado Ciclo da Borracha, entre o final do século XIX e começo do século XX, Belém passou a ter grande importância comercial no cenário internacional e ficou conhecida como Paris N'América. Neste período, foram construídos importantes prédios da cidade, como o Palácio Lauro Sodré, o Teatro da Paz, o Palácio Antônio Lemos e o Mercado do Ver-o-Peso, entre outros.

Paralelamente, chegavam ao Pará levas de imigrantes portugueses, chineses, franceses, japoneses, espanhóis e outros grupos menores, com a finalidade de desenvolverem a agricultura na zona bragantina. Particularmente, os japoneses transformaram o Pará num dos maiores exportadores mundiais de pimenta do reino, a mais nobre das especiarias da Índia.

Assim se compôs a rica cultura paraense, na qual predominam os traços das culturas portuguesa e indígena amazônida.

Parabéns, Belém! Que possas ter mais 394 anos de história!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Auto do Cirio II - EU FUI!


Impressionante a visão do Auto do Cirio no meio da multidão... só vendo mesmo... NÃO!!!! Só estando lá no meio, bem no meio mesmo a muvuca!!!

Prá onde a gente olhasse, lá estava um mar de gente! É realmente incrível...

Você já veio à Belém na época do Cirio???

Se não veio ainda, devia vir logo!!!!

Até o ano que vem, em 2010!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Auto do Cirio

O Auto do Círio.
Uma Opera devota nas ruas da Cidade Velha


O “Auto do Círio” começou em 1993 e, desde então, traz beleza às ruas do bairro da Cidade Velha, em Belém, sempre na sexta-feira que antecede o domingo do Círio de Nazaré. Artistas profissionais, amadores e de ocasião, participam de uma grande festa popular que faz homenagens à padroeira do Pará. A dança, a música, o carnaval e o teatro são recursos usados para manifestar a devoção à Virgem. O projeto foi criado pelo Núcleo de Artes das UFPA/ETDUFPA e exercita a prática do teatro nas ruas de Belém. O objetivo principal é resgatar a produção cultural na época do Círio de Nazaré e revitalizar o centro histórico da Cidade Velha.

A Montagem conta com a participação de atores de várias companhias de teatro, dançarinos, e outros artistas locais, desempenhando diferentes papéis e mostrando as várias formas de manifestação da arte paraense. Uma platéia ambulante acompanhou a dramatização das cenas em cinco atos e percorreu todo o roteiro da Cidade Velha. “A idéia era carnavalizar o encontro entre o profano e o religioso no Círio de Nazaré, por isso a inspiração no carnaval”, diz Miguel Santa Brígida, o Diretor do Espetáculo.
Além do elenco composto por 150 pessoas, cerca de 200 cantores, dançarinos, atores, músicos, artistas plásticos, artistas circenses e outros artistas realizam um encontro emocionante onde o ápice é o encontro de todas as artes.

Texto extraído de http://www.paramais.com.br/outubro2006/auto_do_cirio.html

Hoje são 09/10/2009 e eu vou! Tu vais? Pois devia!!!!